Máscaras Rituais Máscaras Rituais

Máscaras Rituais do Douro e Trás-os-Montes

“... E porque se mascaram aqueles moços adolescentes que só depois de certos atos rituais demonstrativos de virilidade, são admitidos entre os adultos? É aqui evidente, do mesmo modo, uma substituição de personalidade: um ser que se apaga, que deserta do seu âmbito social, que se extingue, para reviver, transformado e dignificado, numa condição superior.”


Sebastião Pessanha in Mascarados e Máscaras Populares de Trás-os-Montes, 1960


A presença da máscara e dos seus adereços complementares é uma constante de todas as civilizações e de todos os tempos da História. Desde o teatro grego (que teve continuidade, a partir do Renascimento, com a Commedia dell’Arte), passando pelas celebrações festivas celtas e romanas, pelos rituais dos antigos povos europeus, africanos ou índios, até aos actuais corsos carnavalescos, sempre a máscara desempenhou primordial função, em momentos especiais, solenes ou críticos, formalmente instituídos na vida de uma comunidade.

António Pinelo Tiza in Inverno Mágico

Usamos cookies para lhe garantir uma melhor experiência de navegação. Não guardamos qualquer informação pessoal.

Uso de Cookies

Este site usa cookies com o objectivo de lhe garantir uma melhor experiência de navegação. Alguns destes cookies são necessários para que este site funcione.

Outros são guardados para o reconhecer quando regressa ao site e para ajudar a nossa equipa a perceber que secções acha mais úteis e interessantes.

Não guardamos informação pessoal.

Se concorda com o uso de cookies do site Balbina Mendes, por favor escolha "Concordo"

×